“Erro no Word ao tentar abrir o arquivo” no Windows Server

erro-no-word-ao-tentar-abrir-o-arquivo

Toda vez que baixava um documento da internet, recebia a mensagem acima ao abri-lo com o Word 2010 no Windows Server 2008 R2.

Cada arquivo que possuímos no computador possui uma classificação:

Identificador Valor
URLZONE_LOCAL_MACHINE 0
URLZONE_INTRANET 1
URLZONE_TRUSTED 2
URLZONE_INTERNET 3
URLZONE_UNTRUSTED 4

(Reprodução)

No Windows Server, a verificação de zona é mais rígida com arquivos baixados da internet e documentos acabam sendo bloqueados por padrão.

Para resolvermos este impasse, precisamos desabilitar a verificação de zona. 

“Mas isso não é um risco de segurança?”

Não. Tudo que a verificação de zona faz é mostrar um aviso de segurança no qual é preciso confirmar a execução do arquivo antes de executá-lo.

UAC-unknown-publisher

(Reprodução)

Para mim, este recurso é redundante. Se você possui uma proteção antivírus ativa ou é um usuário avançado, dificilmente executará um arquivo que não conhece.

O usuário padrão geralmente clica em “Executar” sem nem ao menos ler a mensagem (hábito, talvez?) ou, quando a lê, simplesmente não a entende e confirma a execução mesmo assim.

Para desabilitarmos a verificação de zona, abra o Menu Iniciar e, na barra de pesquisa, digite gpedit.msc (No Windows Server 2003/XP, é necessário selecionar Executar no Menu Iniciar. No Windows Server 2012/Windows 8+, pressione a combinação de teclas Windows + R para exibir o Executar).

Expanda Configurações do Usuário > Modelos Administrativos > Gerenciador de Anexos. Na lista, procure por Não preservar informações de zona em anexos de arquivo e HABILITE-A.

desabilitando-verificacao-zona-gpo

Após a alteração, abra novamente o Executar e digite o comando gpupdate /force para realizar a atualização da Política de grupo sem precisar reiniciar o computador.

Lembrando que esta alteração valerá apenas para arquivos baixados da internet de hoje em diante.

Arquivos baixados anteriormente ainda estarão bloqueados. Para desbloqueá-los, dê botão direito e selecione Propriedades.

Abrirá uma nova janela. Nela, clique no botão Desbloquear.

desbloquear-arquivo

Se você possuí um número de documentos relativamente grande, este pode ser um processo demorado e cansativo. Recomendo usar um script para automatizar este trabalho. Pude encontrar alguns nesta página, mas não testei nenhum deles.


Vista Blocked File Protection Control – Petri IT Knowledgebase

Lista de Adicionar ou remover programas com espaço gigante

erro

Este problema ocorre apenas no Windows 2000/XP/Server 2003 que usam um script HTA para exibir os programas da lista de Adicionar ou Remover Programas do Windows.

Como você já deve ter notado, alguns executáveis possuem ícones internamente. Por exemplo: É possível dar botão direito em um executável > Propriedades > aba Atalho > Alterar ícone. (Note que selecionei um executável e ele me mostrou os ícones disponíveis no mesmo).

Sem título

Todo item da lista recebe um valor (0, 1, 2, 3…). Na imagem acima, selecionamos o item 0, que é o primeiro ícone, por exemplo.

Para selecionarmos o último ícone, podemos usar o valor 3 (tomando como exemplo a imagem acima) ou –1.

Mas quando usamos –1 para selecionarmos o ícone, a Lista de Adicionar ou remover programas se torna gigante, o programa que o usou toma um grande espaço na lista, deixando uma verdadeira lacuna entre ele e os outros programas (como na primeira imagem do post). Um programa que causa isso é o Sinco, da Caixa.

Para resolvermos este problema, precisamos remover o valor –1 do programa na lista de Adicionar ou Remover Programas. A lista de Adicionar ou remover programas é obtida no registro do Windows, portanto, precisamos editá-lo.

Abra o Menu iniciar > Executar e digite “regedit” (sem aspas).

Use a barra lateral para navegar até HKEY_LOCAL_MACHINE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Uninstall.

Agora, pressione a tecla <F3> (ou Editar > Localizar…) e digite –1.

O Registro deve encontrar o valor –1 em DisplayIcon. [Caso não seja neste valor, pressione <F3> (ou Editar > Localizar próxima) para que ele continue a busca, por que não é este o valor que estamos procurando].

Dê dois cliques no valor DisplayIcon encontrado e substitua o valor –1 do final por 0 (ou seja, substituímos o último ícone pelo primeiro ícone. Como a maioria dos programas possuem apenas 1 ícone [0], este é o valor mais seguro para ser usado).

remover -1


Windows XP – from A to Z

Big Space in Add/Remove Programs list – Support – Windows XP – Tom’s Hardware.

Instalador offline do Avira Free Antivirus (PT-BR)

A nova moda agora é disponibilizar todos os instaladores de modo on-line, ou seja, você baixa um pequeno arquivo que baixa apenas o que o usuário precisa.

Isso é bom para a população em geral, já que facilita o processo de instalação dos programas.

Mas para técnicos de informática ou quem possui internet lenta isso é ruim por 2 motivos:

1 – Se houver mais de um computador em casa, baixar o programa novamente pode ser demorado caso o programa seja muito pesado e a internet não ajude,

2 – Nem sempre possuímos acesso a internet e, sem ela, não conseguimos instalar o programa.

Justamente por estes motivos, procuro possuir apenas instaladores off-line em mãos. E com o Avira não é diferente. A versão off-line pode ser encontrada em:

http://www.avira.com/pt-br/download/product/avira-free-antivírus

No final da página, selecione a opção Avira Free Antivírus 14

Arquivos de instalação do Produto Avira

Sobre os padrões de vídeo e áudio do Windows Media

NOTA: Não possuía muitos conhecimentos em relação a áudio/vídeo, e escrever este post me mostrou o quanto precisava pesquisar para explicar (e exemplificar) o que cada opção fazia (por exemplo, ao aumentar ou diminuir o sample rate ou bitrate). O resultado prático é óbvio – eles influenciam na perda ou melhora da qualidade do áudio/vídeo -, mas o por quê não. Isso me indagou a pesquisar mais como o áudio e vídeo são produzidos e armazenados e o resultado desse estudo está neste post da forma mais simples que pude encontrar para explicar, com exemplos do dia-a-dia e com vídeos do YouTube. Físicos e profissionais da área de áudio/vídeo, caso possam ajudar, por favor, sintam-se livres para comentar no final do post suas observações. o/

Queria inserir vídeos na minha apresentação final do Curso de Dicção e Oratória e, para isso, precisava converter alguns vídeos do YouTube para poder adicioná-los a Apresentação de Slides do PowerPoint.

Sabe aquelas mensagens que dizem que o vídeo não pôde ser reproduzido por falta de codecs? Eles decodificam o vídeo para que o computador possa formar a imagem na tela e sem o codec específico para aquele formato de vídeo ou áudio o computador não consegue “ler” o arquivo, mostrando a mensagem de erro. Isso explica por que um vídeo funciona no seu computador de casa e durante a apresentação ele não funciona: Seu computador possui o codec para reproduzir aquele formato de vídeo, mas o computador usado durante a apresentação não.

Para evitar esse problema (principalmente em apresentações), devemos dar preferências a formatos padrões de vídeos (ou seja, aqueles que o Windows possuí codecs nativos, sem precisar instalar nada no computador que vamos apresentar), como o WMV. Ele possui suporte desde o Windows 95 (com Windows Media Player instalado) e ao Linux (distribuições pós-2003); com isso, a possibilidade do vídeo não rodar durante a apresentação é mínima, mesmo que o computador seja o tanto quanto antigo.

Há alguns termos que você pode encontrar na hora de converter o áudio/vídeo que pode ser interessante abordar antes de começar o post:

  • Hertz: É a grandeza que usamos para calcular frequência. O nome é uma homenagem ao físico alemão Heinrich Rudolf Hertz (1857-1894). [7]
  • Imagine que uma lâmpada comum fique piscando uma vez a cada segundo. Essa piscada corresponde a oscilação. A frequência da oscilação, nesse caso, é uma vez a cada segundo. Aplicando a grandeza, corresponde a 1 Hz, e totalmente perceptível ao olho humano, certo? A televisão usa uma frequência de 60Hz (ou seja, atualiza a imagem 60 vezes por segundo), processo totalmente imperceptível ao ser humano [7].Frequência Elétrica
    Comentei sobre Hertz por que ele precisa estar claro para estudarmos o próximo item da lista:
  • Sample rate: É a fidelidade do áudio. [8] Sample vem de amostra, e rate vem de tempo, frequência. Ou seja, o número de amostras do áudio obtidas em 1 segundo. Quanto maior o Sample rate, maior a fidelidade do áudio já que um número maior de frequências do áudio são obtidas. [4][5]
  • Um pouco mais sobre frequência: Existem alguns apitos profissionais para treinamento de cachorros que não emitem sons, mas mesmo assim os cachorros sabem e correm em direção a quem está apitando. “Mas como?” Por que o apito funciona a uma 25-28 kHz. Sim, há som sendo emitido, mas nós não ouvimos, por que esta frequência é maior do que a frequência máxima que conseguimos ouvir (20 kHz). Como os cachorros podem ouvir uma frequência maior que a nossa, eles correm até a origem do som para ver o que é.
  • É como a imagem da TV (comentado no Hertz): A imagem é atualizada 60 vezes em 1 segundo (60 Hz) e nossos olhos não conseguem notar esta mudança. No caso do apito para os cachorros, o som muda 25.000 vezes (25 kHz) por segundo, mas o ouvido humano processa apenas 20.000 mudanças (20 kHz) por segundo. Sons emitidos acima de 20 kHz se tornam imperceptíveis , assim como a mudança na imagem da TV é imperceptível para nossos olhos.
  • timthumbReprodução
  • É o timbre (forma da onda e como ela se propaga) que nos permite diferenciar sons que possuem a mesma frequência. Por exemplo: O lá do piano e do violino possuem a mesma frequência (440 Hz), mas ao ouvirmos podemos notar que são produzidos por instrumentos diferentes, certo? Mais informações sobre timbres podem ser lidas na Wikipedia (que possui um artigo bem resumido e de fácil compreensão sobre isso).
  • Salvando apenas as frequências que o ser humano pode ouvir, diminuímos o tamanho do arquivo de áudio. Esta é a principal diferença entre MP3 e WAV: O MP3 é menor que o WAV por que ele mantém apenas os ciclos que podemos ouvir (20 kHz), enquanto o WAV mantém todas as frequências, mesmo aquelas que não podemos ouvir. Pessoas com uma audição mais aguçada conseguem perceber a perda de qualidade quando convertemos WAV para MP3.
  • Algumas pessoas são amantes do Vinil por que eles conservam todas as frequências do áudio, possuindo uma qualidade maior que o áudio digital.
  • Lembrando que o ciclo da onda somente termina quando ela atinge o ponto máximo (20 kHz), desce até o ponto mínimo (20 kHz) e volta ao nível de equilíbrio [9]:Frequência ElétricaSomando o ponto máximo (20 kHz) e o ponto mínimo da onda (20 kHz), obtemos 40 kHz.
  • Certo, mas por quê usamos 44.1 kHz e não 40 kHz? Isso tem a ver com os primórdios do áudio digital. O áudio e vídeo eram guardados juntos (VHS), e a frequência do áudio era a mesma do vídeo (44.1 kHz) [5][6]. Com isso, a frequência 44.1 kHz se tornou padrão até os dias atuais. Esse valor é importante por que algumas pessoas possuem uma sensibilidade maior a sons, podendo ouvir frequências de até 22 kHz. Para elas, usando 44.1 kHz, não há perda perceptível na qualidade de som.
  • Bitrate: É a integridade do áudio/vídeo. [8] Ao diminuirmos o bitrate notamos perda na qualidade da imagem (em vídeos) com pixels aparentes e no áudio o som se torna “abafado”. O bit rate interfere diretamente no tamanho do áudio/vídeo.
  • Usar CBR (Constant Bitrate) ou VBR (Variable Bitrate)? O VBR possui maior qualidade que o CBR por que o bitrate aumenta e diminui, já o CBR possui qualidade fixa. Em geral, o CBR é usado apenas em transmissões de áudio/vídeo (como conversas por webcam ou rádios on-line), já que o tamanho do arquivo de áudio/vídeo nunca varia, sendo interessante para pessoas com internet lenta. Por exemplo: Uma rádio está sendo reproduzida em 48 Kbps VBR. O radialista começa a transmissão de uma música que possui qualidade de 128 KBps. Se usarmos CBR, a qualidade de reprodução da música será de 48 KBps, havendo perda de qualidade mas sem apresentar travamentos em conexões de internet lentas. Ao usarmos VBR, a música será reproduzida em 128 KBps e, ao voltar ao interlocutor, ela voltará a 48 KBps. No VBR, 48 KBps será o mínimo de qualidade, enquanto no CBR este será o valor máximo. Por isso, usar VBR sempre é recomendado (poucas pessoas ainda usam internet discada). Use CBR apenas se o vídeo que você está convertendo usa CBR ou se você precisa diminuir muito o tamanho do vídeo.

Prism Video Converter

Voltando ao Windows Media: Abri o Prism Video Converter (programa que uso para converter vídeos), selecionei WMV e nas opções de conversão pude encontrar três versões do mesmo codec para selecionar! E agora? Pesquisando um pouco (e realizando testes) pude chegar as seguintes conclusões:

  • Windows Media Video 8 ou WMV2: Foi o formato que melhor apresentou qualidade de vídeo nos testes que pude realizar devido ao fato dos vídeos que converti possuírem baixa qualidade.
  • Windows Media Video ou WMV3: Considerei o WMV8 melhor nos testes que pude realizar por que o WMV9 possuí filtros para melhorar a qualidade do vídeo, como o blur [1] (quando nos referimos a vídeos, o nome correto é frame interpolation ou motion interpolation), MAS ISSO É RELATIVO. O blur torna a imagem um pouco “embaçada” para esconder os pixeis caso note que o vídeo possua baixa qualidade. Como os vídeos do YouTube possuíam pouca qualidade, o blur se tornava muito aparente e borrava todo o vídeo, tornando-o irreconhecível.
  • Windows Media Video 9 Screen: Ele é um formato otimizado para a gravação da tela (screen) do nosso computador. Não o use para outras situações, já que há perdas de cores e em trocas bruscas de imagem (por exemplo, está filmando uma cena e há uma mudança para outra cena muito rapidamente) há uma demora perceptível até que a imagem seja “trocada”. Como na tela do computador o conteúdo muda pouco (na maior parte é estático) este padrão é perfeito para tutoriais passo-a-passo como, por exemplo, gravar em vídeo como criar uma conta no Outlook e mandar por e-mail para um amigo este vídeo em anexo. Use-o apenas se o fundo do vídeo muda muito pouco e o vídeo possua poucas cores ou para gravações da tela do computador. Ele usa menos recursos do computador para reprodução de vídeo, sendo útil para computadores antigos. [2] (como computadores com Windows 98 instalados que podem apresentar travamentos ao reproduzir vídeos de maior qualidade).
  • Caso o vídeo seja de alta qualidade, o melhor é usar o WMV9, já que, nestes casos, o blur é quase imperceptível (por que é pouco aplicado) e resulta em um vídeo com uma qualidade tão boa quanto o original. Toda conversão gera perda, isso é importante notar. Convertendo como WMV8, há perda de qualidade em relação ao original (mesmo convertendo com o mesmo bitrate do vídeo original) e pixeis que não apareciam no arquivo original podem se tornar aparentes em vídeos de boa qualidade. Há poucas diferença (em MB) de tamanho entre o WMV9 e o 8 (em vídeos com o mesmo bitrate e sample rate, ou seja, mesma qualidade), apenas muda o tempo de conversão entre um e outro (enquanto o WMV8 levou segundos para converter um vídeo, o WMV9 levou o tempo de duração do mesmo vídeo para converter; como se o WMV9 converte-se segundo por segundo do vídeo enquanto o WMV8 converte-se vários segundos de uma vez).
  • Ambos os formatos possuem compatibilidade com o Windows 95 e superiores com Windows Media Player instalado.

Mas não somente precisamos selecionar o codec de vídeo que vamos utilizar. Precisamos selecionar o codec de áudio. Havia 3 opções para selecionarmos:

  • Windows Media Audio Voice 9: Usado para gravações. Ele é otimizado para diminuir ruído (estabilizando a frequência do áudio), como de Microfones, tornando o som mais limpo. Ele é útil para vídeos que possuem pouca qualidade no áudio. A perda de qualidade é perceptível apenas quando a frequência muda bruscamente (por exemplo: está em um diálogo entre personagens e logo começa uma música no fundo).
  • Windows Media Audio 9: Possuí qualidade de CD, possuindo qualidade 20% superior a seu antecessor (WMA 8) [2].
  • Windows Media Audio 10 Professional: Use-o apenas se estiver convertendo vídeos que possuem padrão surround (5.1 ou 7.1).
  • Todos os formatos acima possuem compatibilidade com Windows 95 e superiores com Windows Media Player instalado. O Windows Media Audio 10 Professional somente reproduzirá em sua máxima qualidade no Windows XP e superiores com Windows Media Player 10 (ou superior) instalado; caso contrário, ele reproduzirá no padrão WMA9 (stereo) [3].

[1] Windows Media Video – Wikipédia (Inglês) – http://en.wikipedia.org/wiki/Windows_Media_Video#Windows_Media_Video

[2] About the Windows Media Codecs – Microsoft Developer Center (Inglês) – http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/windows/desktop/gg153556(v=vs.85).aspx#windows_media_audio_9

[3] Windows Media Audio – Wikipedia (Inglês) – http://en.wikipedia.org/wiki/Windows_Media_Audio#Windows_Media_Audio_Professional

[4] Sample rate ou taxa de amostragem, saiba o que é – Tétrades – http://tetrades.com.br/2012/12/08/sample-rate-ou-taxa-de-amostragem/

[5] O Porque do Sample Rate 44.1 – Audioclicks – http://www.audioclicks.com.br/blog/2008/08/22/porque-441/

[6] Sample Rate – Mitos e Verdades – Audição Crítica – http://www.audicaocritica.com.br/pro-audio/196-sample-rate-mitos-e-verdades

[7] O que é frequência elétrica – Eletricante – http://www.eletricante.com.br/2012/07/o-que-e-frequencia-eletrica.html

[8] Optimal Audio Codec and corresponding format/option for the recording of voice in small and large lecture halls – Super User (Inglês) – http://superuser.com/questions/386777/optimal-audio-codec-and-corresponding-format-option-for-the-recording-of-voice-i

[9] Define-se comprimento de onda por… – Yahoo! Respostas – http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090831130216AABg7ln

Removendo vírus manualmente

Nem sempre o Antivírus consegue lidar com um vírus. Ás vezes, mandamos deletá-lo mas após reiniciarmos o vírus novamente está lá.

Nestes casos, o que podemos fazer é hibernar o vírus. Se tivermos sorte, podemos deletá-lo.

Desabilitando a Restauração do Sistema

O Antivírus detectou um vírus e escolhemos deletá-lo. Mas após reiniciarmos o computador, novamente o Antivírus soa o alarme pelo mesmo vírus. Mas como?

Os vírus voltam por que o Windows possuí um recurso chamado Restauração do Sistema. Toda vez que modificamos o computador (instalamos um programa, por exemplo) o Windows faz uma cópia do estado atual do sistema.

Com isso, caso o programa cause problemas, o Windows pode automaticamente repor os arquivos que foram modificados/deletados pelos arquivos que existiam antes do programa ser instalado.

Os vírus se aproveitam deste recurso salvando os arquivos infectados na Restauração do Sistema. Quando o Windows identifica que os arquivos foram modificados, ele restaura a cópia do arquivo salva na Restauração do Sistema, que possui o arquivo infectado.

O Antivírus detecta esta ação e soa o alarme.

Para podermos desabilitar este recurso (podemos habilitá-lo mais tarde, após a remoção do vírus), abra o Menu iniciar. Dê botão direito em Computador e clique em Propriedades.

NOTA: Caso possua o Windows 8, pressione as teclas [Windows] + [Pause Break] ou acesse as propriedades do sistema em Painel de Controle > Sistema.

Na Barra Lateral Esquerda, clique em Configurações avançadas do sistema.
ScreenShot009Agora, entre na aba Proteção do Sistema e clique no botão Configurar.

Agora, selecione a opção Desativar a proteção do sistema.

Desabilitando a Restauração do sistema no Windows Vista/7/8Após isso, precisamos deletar todos os pontos de Restauração (arquivos salvos) para que possamos, junto a isso, deletar o vírus que pode estar guardado lá.

NOTA: Somente reative a Restauração do sistema após a remoção do vírus! Caso contrário, ele poderá voltar novamente usando este recurso.

Removendo o vírus da iniciação

Um vírus somente causará mal quando estiver sendo executado no computador. Como a maioria roda em segundo plano, não podemos notar que o vírus está executando (apenas se ele causa lentidão no computador, por exemplo).

Nestes casos, não podemos vê-lo em ação, nem mesmo próximo ao relógio. Mas para que eles possam ser executados, eles precisam estar no registro de iniciação do Windows.

Modificando este registro, podemos remover o vírus da iniciação. Com isso, o vírus continuará lá, mas inativo. Ao executarmos a verificação do Antivírus após a reiniciação, poderemos deletar o arquivo, por que ele não estará mais em execução. (Exemplo: Não podemos deletar um documento enquanto estamos editando ele no Word. O mesmo ocorre com vírus: Quando estiverem em uso, não podemos removê-los).

Para podermos ver os arquivos na iniciação do Windows, pressione as teclas <WINDOWS> + <R> e digite msconfig. Pressione OK.

Agora, entre na aba Iniciação de programas.

Desmarque tudo. Mantenha apenas o Antivírus marcado ou programas do qual conhece e deseja que iniciem quando o computador inicie (como o MSN ou Skype).

a1Em geral, os vírus possuem nomes estranhos, de executáveis. Todos os itens da lista são seguros de remoção, já que não são necessários para que o Windows inicie (até mesmo o Antivírus pode ser removido, mas não o remova!).

ACEITE REINICIAR O COMPUTADOR PARA QUE O VÍRUS NÃO SEJA INICIADO E O ANTIVÍRUS POSSA REMOVÊ-LO.

Desabilitando Serviços do Windows

Alguns vírus, para não serem facilmente desabilitá-los ou removidos pelo Windows, se instalam como serviços.

Serviços são como os programas da iniciação, podendo ser iniciados automaticamente quando o Windows é iniciado. Com uma diferença: Eles podem rodar no nível do Sistema, diferentemente dos programas da iniciação, que rodam no mesmo nível do usuário que está logado.

Por exemplo: Quando um vírus tenta ser executado na conta de Convidado (que possuí recursos limitados de acesso ao sistema [não pode instalar/desinstalar aplicativos, etc]), o vírus não poderá fazer grande coisa. Em alguns casos, ele será inútil, já que não terá acesso aos recursos do sistema (como tentar inspecionar o IE em busca das senhas que você já digitou ou monitorar as teclas que você digita no teclado para roubar senhas que você digita no computador), já que para ter acesso a estes recursos é preciso ter acesso administrativo ao computador.

Mas este é um exemplo que quase nunca se aplica. Isso por que as pessoas, por padrão, executam o Windows com usuários administrativos. Isso por que o usuário Convidado pede toda hora senha ao tentarmos executar um aplicativos ou modificar configurações do sistema.

Quando um vírus se instala como Serviço do Sistema, pode deletar arquivos que pertencem ao sistema (podendo fazer o computador deixar de iniciar) e monitorar o uso do seu computador independente de seu usuário estar sendo executado como Convidado ou não.

O Antivírus, para ter acesso irrestrito ao computador, também se executa como Serviço do Sistema. Por ter acesso irrestrito, ele pode deletar qualquer arquivo, mesmo que o arquivo infectado seja do sistema.

Apenas começamos a ter problemas quando o Vírus também possuí as mesmas permissões do Antivírus. O Antivírus não pode deletá-lo por que eles estão no mesmo nível hierárquico (é como se um sócio tivesse 50% da empresa e queira demitir o outro sócio que também possui 50% da empresa. Ele não conseguirá, já que ambos compartilham a empresa).

Para que o Antivírus possa deletá-lo, precisamos desabilitar o serviço que possibilita a execução do vírus. Ao ser parado, o Antivírus assume seu papel (100% da empresa) e pode deletá-lo.

Abra novamente o msconfig (caso o tenha fechado) e entre na aba Serviços. Marque a caixa Ocultar todos os serviços Microsoft.

Desabilitando apenas serviços que não sejam da Microsoft (seguros de remoção) com o msconfig

Novamente, a mesma regra dos itens da iniciação valem para os Serviços (com a caixa Ocultar todos os serviços Microsoft marcada!): Todos os itens podem ser desativados por não serem serviços do sistema.

Na imagem acima, apenas mantive o serviço que possibilita ao iPhone ser identificado pelo iTunes ao ser conectado no computador (iPod Service) e o serviço Gdp, que é o programa instalado pela Caixa Econômica Federal para podermos ter acesso a conta do banco com maior segurança.

Em geral, o vírus não possuíra um nome indicativo, mas sim o nome do executável. Na dúvida, pesquise pelo nome do Serviço no Google. Mas pode removê-lo sem pensar duas vezes.

ACEITE REINICIAR O COMPUTADOR PARA QUE O SERVIÇO SEJA DESABILITADO.

Limpando os arquivos temporários do sistema

“Como assim, realizar uma limpeza dos arquivos temporários do computador pode remover vírus?”. Sim! Mas não podemos pensar que o CCleaner é um antivírus, nada disso.

O Windows (com o Vista em diante) se tornou muito rígido com os arquivos que são salvos em C:\Windows\system32 (antigo local favorito dos vírus), aceitando apenas arquivos do sistema lá.

Como o Windows Vista deu maior atenção à segurança, arquivos salvos em Arquivos de programas precisam ter um certificado que autentica que o programa é legítimo. Grandes empresas (como Apple e Adobe) possuem certificados, mas vírus e desenvolvedores independentes não o possuem.

Sem este certificado, toda vez que um programa é executado em Arquivos de programas surge uma mensagem na tela pedindo permissão de execução.

Windows_7_UAC

Reprodução / Wikipedia

Para um vírus, isso é péssimo! A intenção do vírus é se manter o mais escondido possível, e uma mensagem destas seria visibilidade demais para ele. Além disso, o usuário tendo que confirmar a execução de algo toda vez que o Windows é iniciado. Com o tempo, esta mensagem enche o saco e ele pesquisará pelo nome do programa na Internet e descobrirá que se trata de um vírus.

Para ser executado sem alertas, qual o melhor local para ser executado? O diretório temporário do Windows. Isso por que este diretório possui permissão de leitura/gravação para todos os usuários do computador. Com isso, ele pode ser executado mesmo quando o usuário que está usando o arquivo seja Convidado.

Além disso, ele sequer precisa se mover para o diretório temporário: Quando baixamos um arquivo da internet, o Internet Explorer salva o arquivo no diretório temporário do sistema para então movê-lo para o local onde indicamos para salvarmos o arquivo.

NOTA: Para que ele seja removido, é preciso que o vírus não esteja executando. Para isso, é importante realizar os dois passos acima (do MSConfig).

Primeiro, faça o Download do CCleaner.

Após o Download e Instalação, abra o CCleaner (está disponível no Menu Iniciar ou dando botão direito na Lixeira Abrir CCleaner…).

Antes de iniciarmos a limpeza, entre em Opções (ícone da engrenagem) > Avançado e desmarque a caixa “Remover somente arquivos temporários criados há mais de 24 horas.“.

Isso é importante por que se a infecção for recente o CCleaner não a removerá.

Agora, volte para a aba “Limpeza” e clique em “Executar limpeza“.

executando-limpeza-ccleaner

Usando o Antivírus

Agora, podemos usar o Antivírus para remover o vírus.

O melhor, neste caso, é iniciar o Windows em Modo de Segurança. No Modo de Segurança, apenas os Serviços básicos para o Windows funcionar são iniciados.

Com isso, caso o Vírus tenha infectado um arquivo do sistema que não seja essencial, podemos removê-lo.

Para que possamos iniciar o Windows em Modo de Segurança, reinicie o computador e fique pressionando a tecla <F8> durante o boot. Com isso, aparecerá as opções de iniciação do Windows. Escolha Modo de segurança.

Modo de Segurança do Windows

(Reprodução)

Caso você esteja usando o Windows 8, o processo é um pouco diferente e pode ser lido neste post.

No Modo de Segurança, precisamos iniciar o Antivírus manualmente (em geral, ele possuí um ícone no Menu Iniciar). Todo antivírus possui seu modo de iniciar a verificação, mas em geral, procure pela opção “Verificar agora“.

Nem sempre o nosso Antivírus consegue remover o vírus: Ele não possui a vacina necessária para removê-lo (desconsiderando a possibilidade dele ser um “Serviço do sistema” ou estar iniciando na iniciação, já que iniciamos em Modo de Segurança).

Nesse caso, o melhor é procurar outra solução (ainda que temporária). As duas soluções que mais recomendo para remoção de vírus são:

  • Dr Web CureIt! – Na sua versão gratuita, ele não é residente (apenas faz a verificação e exclui o vírus). Além disso, a única forma de atualizar as vacinas de vírus é baixando todo o programa novamente. Uso somente para emergências, já que é muito bom! Caso goste dele, você pode comprar a versão (que possui proteção residente e atualizações automáticas) por R$ 44,20 (licença válida por 1 ano).
  • Webroot Spy Sweeper – O antivírus mais agressivo, na minha opinião, e o mais eficiente. Quando o CureIt! não pudia me ajudar, usava o Spy Sweeper. Ele é capaz de encerrar até mesmo o Windows Explorer e desabilitar serviços para remover a ameaça, mesmo que eles estejam em execução. Ele é um antivírus para ninguém por defeito! Mas assim como o CureIt!, ele não é gratuito: Possui versão de demonstração gratuita por 30 dias, e pode ser comprado por R$80,00.

É importante possuir uma proteção residente por que, diferente das soluções apresentadas acima, elas podem excluir o vírus seja executado (mostrando uma mensagem de alerta), impedindo a infecção. Após instalado, um vírus é quase impossível de ser removido!

Restaurando os arquivos deletados do sistema

Caso o vírus que você tenha removido tenha infectado um arquivo do sistema e o Antivírus tenha o removido, caso você reinicie o computador, o Windows pode deixar de iniciar.

A melhor forma de prevenirmos isso é executando o SFC (System File Checker). Ele é um serviço do Windows 2000 (e superiores) que verifica por alterações nos arquivos do sistema, restaurando as versões danificadas ou faltantes dos arquivos do Windows do próprio CD/DVD de instalação.

Logo, para que você possa usá-lo, precisa ter o CD/DVD de instalação do Windows em mãos.

Para executarmos o SFC, abra o Menu iniciar > Acessórios > Ferramentas do sistema. Dê botão direito em Prompt de comando e selecione Executar como administrador (apenas no Windows Vista/7). Para executar o Prompt de comando (cmd) como Administrador no Windows 8, leia este post.

No prompt de comando, use o comando:

sfc /scannow

Após o término da execução (pode levar horas caso o computador seja antigo), podemos reabilitar a Restauração do Sistema (realizando o processo inverso que realizamos para desabilitá-la).

Caso esteja executando o Windows 8, é preciso abrir novamente o MSconfig e mudar o modo de iniciação para Normal para que o Windows não inicie em Modo de Segurança.

“O vírus continua!”

Caso o vírus continue no computador ou o dano que ele causou foi irreparável (lentidão, mensagens de erros frequentes), o melhor a se fazer é formatar (sim, formatar). Salve tudo o que é importante em uma mídia externa e formate o computador.

Não reinstale por cima por que os danos podem continuar lá (o Registro do Windows poderá não ser restaurado ou o vírus pode voltar após a reinstalação caso ele não esteja nos Arquivos do sistema [na reinstalação, o Windows apenas restaura os arquivos do sistema. Caso o vírus esteja em outro local, o computador continuará infectado]).

Procure substituir seu antivírus e Mantenha o Windows atualizado

Agora que o vírus foi removido e a Restauração do Sistema foi reabilitada, é importante focar na prevenção.

Caso sua solução de antivírus não tenha te avisado sobre o vírus a tempo de evitar a infecção, recomendo fortemente substituir sua solução de Antivírus por outra, como o Avira (gratuito). Caso esteja disposto a pagar por uma solução residente de antivírus, recomendo o ESET NOD32 Antivírus.

Se você está executando o Windows 8, você já possui o Microsoft Security Essentials instalado por padrão.

Manter o Windows atualizado ajuda a fechar brechas de segurança do sistema. Os vírus a exploram para que possam invadir seu computador. A Google (e outras empresas) ajudam a Microsoft a detectar vulnerabilidades e a corrigi-las, mas nós precisamos estar atentos a elas e instalá-las sempre.

Você pode abrir o Windows Update no Painel de Controle. Caso o Windows Update não procure atualizações automaticamente, ele o avisará e perguntará se você deseja mudar esta opção. Aceite e mude para, pelo menos, ser avisado próximo ao relógio quando novas atualizações estiverem disponíveis e você estiver disposto a baixá-las e instalá-las.

Windows UpdateCaso seu Windows já tenha saído do tempo de suporte (Windows 2000 terminou em 2010), é importante que você atualize para uma versão mais recente do Windows, como o 7 (ou o WinFLP caso o computador seja muito antigo).

Download trial do Windows Server 2003 R2 Enterprise (x86 / x64)

Possuía em mãos apenas o CD do Windows Server 2003 (sem R2) e precisava reinstalar o mesmo num servidor com Windows Server 2003 R2 original.

Ao ligar para o serviço de atendimento da Microsoft, a atendente comentou que a Microsoft ainda envia o disco de instalação do Windows Server por correio, mas o problema é o custo: Ele vêm dos EUA. Além disso, não podia esperar tanto tempo!

Comecei a procurar na Internet pela versão pi-pi-pi-tchu (apesar que eu usaria serial original e apenas ligaria para o Suporte da Microsoft para reativar a licença) e não pude encontrar o R2 x64 PT-BR para download.

Mas procurando um pouco mais, pude encontrar um link no My Digital Life que me redirecionou para um site chinês que possui para download todos os trials do Windows Server 2003 R2, tanto de 32 quanto de 64 bits.

Não sei até quando o link para download (oficial) estará disponível, mas o link para download está disponível abaixo:

http://snoopybox.co.kr/664

Após o Download e Instalação, bastou ligar para o suporte para reativar a licença e pronto! Caso resolvido.

Gravando o som que sai das caixas de som do PC usando o Gravador de Som do Windows

Meu pai se inscreveu em um curso on-line no qual é realizado vídeo-conferências ao vivo (mas os participantes que não puderam assistir ao vivo podem assistir até uma semana após a realização da mesma) no qual os professores respondem as dúvidas dos alunos do curso ou fazem vídeo-aulas.

Usamos o IDM como gerenciador de downloads (com ele é possível baixar vídeos da internet), mas o IDM não funciona no site por que ele é todo em Flash.

Meu pai não possui muito tempo livre e viaja muito, por isso possuí MP3 no carro para ouvir nas viagens. Sua intenção era baixar os vídeos (com o IDM) e convertê-los para MP3 com o Prism para poder ouvir no carro mais tarde.

Infelizmente, o IDM não conseguia encontrar o vídeo no site (caso ele precisa-se gravar o vídeo, teria de usar o CamStudio para gravar a tela). Ele comentou que quando usava Windows 98 (sim, meu pai é velho já, na casa dos 50) ele usava o Gravador do Windows para poder gravar o som do computador.

Nos dias de hoje, isso ainda é possível? Sim, mas eu nunca havia feito. Pesquisando como fazer isso usando o Audacity, descobri que funciona para qualquer outro programa que suporta gravação de som, inclusive o Gravador de Som nativo do Windows.

Mas antes de continuar, instale o último driver de som disponível para seu computador. Isso é importante por que o driver genérico do Windows pode não suportar a Mixagem Estéreo para sua placa de som, recurso que nos permite gravar tudo que é direcionado para as caixas de som. Para aprender a instalar/atualizar o driver de som, escrevi sobre isso há um tempo atrás: http://documentosdoadm.wordpress.com/2013/01/08/atualizandoinstalando-drivers-no-windows/

Após a instalação do driver de áudio, dê botão direito no ícone do som próximo ao relógio e selecione Dispositivos de Gravação (no Windows XP e anteriores, entre no Painel de Controle > Som > aba ‘Gravação’).

"Dispositivos de gravação"Na lista, desabilite todos os dispositivos, deixando apenas Mixagem Estéreo habilitado. Caso não encontre-o na lista, dê botão direito nela e clique em Mostrar dispositivos desabilitados.

ScreenShot014NOTA: Caso não possua esta opção (mesmo mostrando os itens desabilitados), infelizmente sua placa de som não possui este recurso :( Alguns fabricantes não incluem este recurso em suas placas por que muitas pessoas usam a Mixagem Estéreo para poder gravar sons de forma não autorizada (pirataria).

Agora, pressione as teclas <Windows<R> e digite soundrecorder. (Caso possua Windows 7 e anteriores, ele pode ser encontrado no Menu iniciar > Acessórios > Gravador de Som).

Abrindo o Gravador de Som pelo ExecutarColoque um som para tocar (seja de uma página Web ou de um reprodutor de música) e verá que o Gravador de Som identificará como se houvesse um Microfone real. ^-^’

ScreenShot016A intensidade (volume) que a gravação será salva depende do Som que você selecionou no Windows.

ScreenShot017

Agora você pode gravar todo o som que sai das caixas do teu computador ^-^